De acordo com estudo liderado por John Dunlosky e publicado pela Association for Psychological Science em 2013, as duas melhores técnicas de aprendizado surpreendentemente não são as mais usadas.

Em 1º lugar ficou a “prática distribuída”, que implica em estudar um assunto em diversas sessões ao longo do tempo, com intervalos. A estratégia inversa, estudar muito de véspera, pode viabilizar o resultado em uma situação pontual mas não garante que o tópico ficará na memória. Se o objetivo for o aprendizado efetivo, é mais vantajoso distribuir esta mesma quantidade de horas ao longo do tempo. Ou seja, planejar o estudo e não procrastinar até o “dia da prova”.

Em 2º lugar ficou o “teste prático”, que é o uso de exercícios, testes (sem nota!) e simulados. Os pesquisadores entendem que ao realizar um teste o aprendizado é reforçado e o acesso à memória se torna mais fácil. Vestibulandos e concurseiros já sabem disso…

As outras oito técnicas estudadas, como reler várias vezes o mesmo texto, resumir ou sublinhar, foram consideradas de utilidade média ou baixa quando comparadas a estas duas.

E então, está pronto para trocar o marca-texto pela agenda?