Há um mês atrás eu estava chegando a um treinamento quando bati o carro. Sozinha, contra uma mureta, ao perder o controle do carro numa curva molhada.

Saí do carro, tomei as providências necessárias e, após algumas horas, um guincho e certa burocracia, estava na sala de treinamento.

Diversos colegas que viram o acidente se surpreenderam com minha atitude.

Eu simplesmente havia decidido dar continuidade ao meu dia. Por um lado, eu queria muito estar no treinamento. Por outro, não havia mais nada que pudesse fazer. Eu já tinha adotado todas medidas práticas em relação ao carro a ao seguro e já tinha listado meus aprendizados (enquanto esperava pelo guincho, pude refletir sobre o que eu havia feito de errado e o que poderia fazer melhor daqui pra frente).

Eu escolhi aproveitar o treinamento ao máximo.

Eu sei que a felicidade vem de dentro e que somente assumindo responsabilidade sobre a minha própria felicidade posso alcançá-la. Essa crença é muito aceitável quando estamos em condições boas ou regulares.

Mas ser feliz apesar das condições externas muito adversas, isso sim é um objetivo desafiante!

Admito que mudar este comportamento requer prática e tenho me dedicado muito. Hoje eu concluí que é possível e, se eu continuar treinando, eu chego lá.